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Programa Minha Casa, Minha Vida terá R$ 1 bilhão do FDS

As regiões Sudeste e Nordeste ficarão com as maiores fatias da verba

O Conselho Curador do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS), presidido pelo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, decidiu destinar em 2014 R$ 1,168 bilhão para o Programa Minha Casa, Minha Vida. O recurso, definido em resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU), será aplicado na construção de moradias voltadas para famílias com renda até R$ 1,6 mil.

As regiões Sudeste e Nordeste ficarão com as maiores fatias da verba, com 41,51% e 30,08% do total, respectivamente. Depois vêm Sul (10,44%), Norte (9,57%) e Centro-Oeste (8,40%). Segundo a resolução, o Plano de Metas e Diretrizes do FDS, que contempla a destinação desses recursos ao Minha Casa, Minha Vida, poderá ser revisto pelo Conselho Curador do Fundo no decorrer do exercício de 2014 e sempre que necessário.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2014/01/10/internas_economia,486594/programa-minha-casa-minha-vida-tera-r-1-bilhao-do-fds.shtml



Cresce otimismo dos empresários da construção civil

Há possibilidade de o setor fechar o ano com crescimento de 2,5% nas vendas, afirmou o executivo Márcio Holland

Pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) mostra que os empresários do setor estão mais otimista e esperam aumento de vendas neste mês de novembro.

Ao serem consultados para classificar se o período será bom, 76% responderam acreditar nisso. Em outubro, 68% que tinham essa expectativa.

“Os estímulos do governo federal por meio dos programas de melhoria de renda das famílias, associados à baixa taxa de desemprego e à disponibilidade de credito em condições favoráveis para reformas e ampliações têm mantido uma demanda favorável para materiais de construção. Esperamos que os projetos de infraestrutura deslanchem neste final de ano para podermos ter o último trimestre do ano mais aquecido”, informa em nota o presidente da Abramat, Walter Cover.

Após se reunir na quarta-feira (30) com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, em Brasília, o executivo admitiu que há possibilidade de o setor fechar o ano com crescimento de 2,5% nas vendas.

Para 2014, ele acredita em um avanço mais significativo entre 4% e 5%.

A sondagem da Abramat mostra ainda que 71% das empresas pretendem investir nos próximos 12 meses – 4 pontos percentuais a mais do que o apresentado em setembro (67%) e igual ao mesmo período de 2012.

Quanto ao nível atual de Utilização da Capacidade Instalada foi detectada a mesma taxa do mês anterior: 83%.

Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/cresce-otimismo-dos-empresarios-da-construcao-civil



Mão de obra sobe menos e índice da construção civil desacelera, diz IBGE

Taxa ficou em 0,54% em setembro, sobre 0,58% em agosto. Custo é de R$ 845,31: R$ 465,76 de material e R$ 379,55 de mão de obra

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), apresentou variação de 0,54% em setembro, recuo de 0,04 ponto percentual abaixo da taxa de agosto, que foi de 0,58%, divulgou nesta quarta-feira (9) o Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE). Em setembro de 2012, o índice foi de 0,25%.

No acumulado do ano até setembro, a variação acumulada foi negativa, de 1,21%. Em igual período de 2012 havia ficado em 4,38%.

O resultado dos últimos 12 meses ficou em -0,22%, aceleração, contudo, sobre os -0,51% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em agosto fechou em R$ 840,76, em setembro passou para R$ 845,31, sendo R$ 465,76 relativos aos materiais e R$ 379,55 à mão de obra.

A parcela da mão de obra desacelerou para 0,48%, uma queda de 0,38 ponto percentual sobre a taxa de 0,86% de agosto.

Os materiais registraram aceleração de 0,24 ponto percentual, indo de 0,35% em agosto para 0,59% em setembro.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/10/indice-da-construcao-civil-varia-054-em-setembro-diz-ibge.html



Custo da construção desacelera para 0,31% em agosto

Indicador, medido pela Fundação Getulio Vargas, avançou a um ritmo menor do que julho, quando teve alta de 0,73%.


No ano, o índice acumula alta de 6,71% e nos últimos 12 meses, de 7,74%.

O Índice Nacional de Custo da Construção-M (INCC-M) subiu 0,31% em agosto, depois de avançar 0,73% em julho, informou nesta terça-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). No ano, o índice acumula alta de 6,71% e, nos últimos 12 meses, de 7,74%.

O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,63%, ante alta de 0,37% no mês anterior. Já o índice referente a Mão de Obra acelerou 0,03%, contra avanço de 1,05% em julho.

O INCC-M é um dos três componentes que entram no cálculo do Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M).

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/custo-da-construcao-desacelera-para-031-em-agosto



Situação Do Mercado Imobiliário Como Investimento

Reportagem da Globo sobre o preço dos imóveis


Os imóveis no Brasil configuram-se como uma das melhores aplicações do momento

Reportagem da Rede Globo analisa a situação se o mercado imobiliário como investimento. Como sabemos, os imóveis no Brasil subiram, em agosto 1%, configurando-se como uma das melhores aplicações do momento - algo que é previsível em ambientes econômicos saudáveis como é a economia brasileira atualmente.

A reportagem compara a valorização dos imóveis (1%) com as melhores aplicações financeiras de agosto. Renda Fixa - 0,6%. Só em São Paulo, a alta acumulada dos imóveis em 2012 chega a mais de 10%, indicador similar ao verificado na cidade do Rio de Janeiro.

A BOVESPA apresentou rendimento de 0,5% em todo 2012. A poupança rendeu 4,3%. o dólar subiu 8%. o que mostra que os imóveis são, em 2012, a melhor aplicação financeira. A reportagem também aponta que a FIPE, responsável pelo índice, considera que a redução dos lançamentos está afetando a oferta, e oferta menor leva à maior valorização.

Outro ponto destacado é que em Belo Horizonte ocorreu uma queda de preços em agosto, mas, segundo a FIPE, esse número é sazonal e não corresponde a uma tendência do mercado, o que mostra que os imoveis continuam a ser ótimos investimentos, sobretudo em um momento caracterizado por baixos retornos da renda fixa e instabilidade na BOVESPA.

Fonte: http://www.politicaeconomia.com/2012/09/reportagem-da-globo-sobre-o-preco-dos.html

Telefone: (37)3241-9859
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